Ideias perigosas

  Por Débora Duarte dos Santos (em Diálogos com “Riocorrente”) Era preciso decidir o tempo e os caminhos. Escolher um epicentro: nele ficar ou dele fugir. Perto daquele coração, quase selvagem, habitavam as tantas vontades de quem se perde no mundo e se encontra sem bússola… Certo dia ele amanhecera um dia vazio de gente…

Há cura para os males do dia-a-dia?

Esta pergunta me perseguiu muito durante os últimos tempos e por conta dela pude vivenciar experiências inebriantes no universo da poesia. A princípio pode soar estranho quando se fala em males do cotidiano, mas não é quando se constata que o principal sintoma social, na minha concepção, é a própria alienação. Porque há diariamente um…