Por Raquel do Nascimento Gomes
Hoje, como mais um pulso latejante, compartilhamos um pouquinho dos aprendizados que experiencio e me conscientizo lendo Mulheres que Correm com Lobos sobre pessoas tóxicas:
- Pessoas tóxicas tentarão impossibilitar o seu crescimento espiritual, profissional, amoroso;
- Usurparão das suas ideias, condutas, projetos em benefício próprio;
- Estereotiparão o self feminino criando conceitos psíquicos sobre beleza, identidade, moralidade, ser mulher, ser menina e ser velha, sexualidade, sensualidade;
- Atingirão o seu amor-próprio para impedir nascer, florescer a potência psíquica que existe no ser mulher livre;
- Impedirão que o seu momento de autocuidado seja realizado: o sabotarão
- Desvalorizarão a sua história, sua magia, sua vivência, sua experiência, seu saber, sua sabedoria uterina e sua sabedoria de vida, as suas criações;
- Colocarão a sorte como seu maior mérito e invisibilizarão as suas conquistas;
- Rirão do seu rosto, cabelo, verdades, corpo, argumentando que esta errado ser o que se é, você nunca atingirá ser o padrão destas pessoas, pois elas são narcisistas: sempre haverá algo errado com a sua imagem;
- Desconsiderarão as suas criações; sejam elas quais forem;
- Dicotomizarão o seu comportamento;
- Reivindicarão o seu passado psíquico, comportamental e dirão: “ela não era assim”!
- Não entenderão as construções benéficas realizados no hoje, pois não acompanharão o que você foi, o que você é e o que você será; estas pessoas não entenderão as metamorfoses do self feminino, por serem egocêntricas, narcisistas ou amedrontadas pelos seus próprios distúrbios psíquicos;
- Avançarão rumo aos espaços de solitude interrompendo-o para lhe tolher a inspiração, a criação, os nascimentos possíveis ao longo da vida
- Identificarão suas decisões amorosas como não sendo: amor, dedicação, companheirismo;
- Empenharão-se, de todas as maneiras, a acabar com as suas relações que fazem com que você avance um rumo ao que se almeja ser pleno;
- Assassinarão a mulher, a velha, a criança que existe no seu self, desconsiderando qualquer eu que emerge das profundezas da felicidade plena do ser feminino: gozo, orgasmo, regozijo por uma conquista – lista longa;
- Abortarão você em partos inférteis, desconsiderando a sua existência como potência econômica, administrativa, e, fonte criadora e capaz de parir universos, mundos, outras possibilidades e oportunidades de viver o ser feminino; restringirão o seu espaço de atuação.








